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1 de setembro de 2026

health journal

Fratura do Rádio Distal – uma das fraturas mais comuns!

Marcos Calixto - Terapeuta Ocupacional MEO Medicina

Por:

A fratura do rádio distal é uma lesão que acomete a extremidade final do rádio, um dos ossos do antebraço, localizada próxima ao punho. É uma fratura bastante comum e pode causar dor, inchaço no punho e nos dedos, além de dificuldade para movimentar essas regiões, comprometendo atividades simples do dia a dia.

Como acontece a fratura?

  • O mecanismo mais comum é a queda sobre a mão espalmada no chão;

  • Também pode ocorrer após acidentes de alta energia, como colisões no trânsito e atividades esportivas;

  • Em pessoas mais idosas, uma queda de menor altura, pode causar uma fratura, devido a fragilidade óssea.

Como é feito o diagnóstico?

  • A pessoa precisa procurar assistência médica o mais rápido possível para evitar maiores comprometimentos/sequelas;

  • A depender da investigação clínica e resultados de exames, normalmente radiografias, tomografias e ressonâncias magnéticas, o ortopedista indicará o tratamento conservador ou cirúrgico.

  • Independente da escolha do tipo de tratamento, uma vez estabilizada o quadro inicial, o      paciente será encaminhado ao processo de reabilitação.

Reabilitação com o terapeuta ocupacional

  • O terapeuta ocupacional, com especialização em reabilitação do membro superior e terapia da mão, é um dos profissionais que atua na reabilitação desses pacientes.

  • O principal objetivo aqui, é controlar sintomas, e evitar maiores limitações, de forma a retornar esse paciente o mais rápido possível a suas atividades do dia a dia.

  • O protocolo de reabilitação pode durar até 3 meses, mas cada caso será avaliado ao longo do tratamento e ajustadas as estratégias de reabilitação.


A  reabilitação pode incluir:

  • Controle do edema (inchaço) e da dor;

  • Cuidados com a cicatriz após a cirurgia, se for o caso;

  • Exercícios para recuperar os movimentos do punho e dos dedos;

  • Exercícios para recuperar a força de todo o membro superior;

  • Confecção e acompanhamento do uso de órteses, quando necessário, em substituição ao       gesso ou para facilitar a função manual;

  • Treino  das atividades do dia a dia, como vestir-se, cozinhar, escrever e gestos       ocupacionais.

Caso esteja vivenciando esse processo pós-fratura, em tratamento conservador ou cirúrgico, procure um profissional especializado para avaliar esse punho, de forma a diminuir as possibilidades de sequela e potencializar o retorno funcional, o mais precoce possível.

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